Exquisito

Depois das certezas absolutas o que nos sobrará? E depois de acontecer aquilo que imaginávamos ser impossível acontecer? As certezas absolutas pouco ou nada interessam para quem a única certeza é a criação. A arte provoca dissonância justamente porque escapa ao senso comum, porque expande os nossos processos de apreensão da realidade. A base do espírito da criação artística reside na interrogação e na complexidade. O Exquisito é o festival de criação artística emergente que chega a Telheiras entre 13 e 15 de Setembro.

quinta.13

QUI.13 / 19h15

Conversas Exquisitas

Depois das certezas absolutas nas artes visuais

Qual o potencial da arte enquanto unificador de diferentes visões? Partindo do mote depois das certezas absolutas, serão abordados vários tópicos correntes na produção e criação artística contemporânea e colocadas, em diálogo, algumas das obras apresentadas no primeiro ano do Exquisito.

Com Francisco Pinheiro, Paulo Morais, Tomaz Hipólito, Clara Imbert, Carolina Pimenta. Moderação de Pedro Saavedra e Carolina Trigueiros.

Todos os dias, em permanência

Performance QUI.13 / 19h30

2018 SET_03

Tomaz Hipólito

Tomaz Hipólito apresenta uma instalação site-specific numa antiga cozinha, recriando neste espaço um novo ambiente: um possível laboratório onde o elemento central de estudo é a água. O gesto de devolver ao espaço uma das suas principais funções, a da transformação, permite reinventar a experiência em torno da água, elemento básico e fundamental à vida. 2018 set_03 ocupa toda a dimensão do espaço com diferentes camadas sensoriais e níveis de experiência: a do artista, a do elemento em estudo, do espaço e, em última análise, a da consciencialização.

QUI.13 / 20h00

Leituras encenadas no sub palco

Um passo atrás - Panfleto Vivo

auéééu

Esta performance é o panfleto vivo de um espetáculo ainda por vir e o esboço de um conjunto de questões que surgem perante a imposição que é ter de se “ganhar a vida”. É no acto artístico que os auéééu encontram uma das formas de testar os limites do conceito de trabalho, formulando uma hipótese de vida que poderá revelar-se um elogio à preguiça ou um desejo de ser inútil.

QUI.13 / 20h30

Da janela enquanto danço

Luísa Amorim e Rosana Ribeiro

Da janela enquanto dançoé uma versão da Tabacaria de Fernando Pessoa. Uma viagem fugaz por vários campos das artes entre a dança, a performance e a literatura. Um jogo, como a vida, fragmentado e uma leitura orquestrada a várias línguas, dançada a corpo, a carne e a sopro. Este projecto nasce da vontade de duas artistas portuguesas que a viver em Londres decidiram trabalhar juntas, uma performance artist e uma bailarina.

23h00

Clothilde

Clothilde recorre ao uso de maquinaria caseira, construída de raíz por HOBO e quitada para excursões improvisadas onde as noções de ritmo e melodia são continuamente esbatidas, num fluxo amplamente sensorial e sem ponto de chegada definido. Gosta de ser conduzida pelas máquinas e pelos estímulos que estas lhe sugerem.

Todos os dias em permanência

Incertezas Absolutas nas artes visuais

Incertezas absolutas são um conjunto de artistas que ocupam vários espaços do Exquisito. Este grupo heterogéneo apresenta-se desde a pintura, à escultura, vídeo ou instalação para questionar a importância da incerteza na criação e na arte.

Artistas a anunciar

Todos os dias em permanência

Exposição Instantânea

10 instagramers revelação convidados mostram como se sentem Depois das Certezas Absolutas com novos trabalhos originais todos os dias.

Artistas a anunciar

Todos os dias em permanência

Desarvorar

Francisco Pinheiro e Paulo Morais

Esta colaboração entre Francisco Pinheiro e Paulo Morais, nasce de uma investigação sonora em torno do canto e chamamento das aves que teve o seu culminar no ciclo Dreams, Dust and Birds (2018). Desenvolvido pelo West Coast, este ciclo tem gerado colaborações, exposições, performances e debates em torno das aves e do risco de desaparecimento de algumas espécies.

todos os dias / a várias horas

6 personagens à procura de um filme

Cristóvão Campos e Rita Rocha Silva

Uma interpretação, por Rita Rocha Silva, do álbum 6 músicas à procura de filme de Cristóvão Campos, numa performance constituída por seis momentos de reflexão sobre o real e o ficcionado, a noção de identidade e de artificial.

sexta.14

SEX.14 / 19h15

Conversas Exquisitas

Depois das certezas absolutas nas artes musicais

A música ontem, hoje e amanhã pelas palavras de artistas que a exploram em diferentes dimensões.

Com Luís Fernandes, Joana Gama, Mariana Freitas (Bleid), Diana Combo (Eosin), Mestre André (O Morto). Moderação Pedro Saavedra e Daniel Neves (MMMOOONNNOOO).

Todos os dias, em permanência

Performance SEX.14 / 19h30

2018 SET_03

Tomaz Hipólito

Tomaz Hipólito apresenta uma instalação site-specific numa antiga cozinha, recriando neste espaço um novo ambiente: um possível laboratório onde o elemento central de estudo é a água. O gesto de devolver ao espaço uma das suas principais funções, a da transformação, permite reinventar a experiência em torno da água, elemento básico e fundamental à vida. 2018 set_03 ocupa toda a dimensão do espaço com diferentes camadas sensoriais e níveis de experiência: a do artista, a do elemento em estudo, do espaço e, em última análise, a da consciencialização.

SEX.14 / 20h00

Leituras encenadas no sub palco

L'Age Libre

Catarina Rôlo Salgueiro, Isabel Costa, Leonor Buescu, Mia Tomé e Nídia Roque

Selvaticamente inspirado em Fragmentos de Um Discurso Amoroso, de Roland Barthes, “L’age Libre” é um texto inédito em Portugal, apresentado em 2016 pela companhia de teatro Cie Avant l'Aube no Festival de Teatro de Avignon, França. Um discurso geracional sobre relações, problemas sociais e quotidianos que conta com 5 actrizes em palco, 5 cadeiras, 2 microfones e uma guitarra semi-acústica que vai musicar o projecto com canções originais.

SEX.14 / 20h30

Da janela enquanto danço

Luísa Amorim e Rosana Ribeiro

Da janela enquanto dançoé uma versão da Tabacaria de Fernando Pessoa. Uma viagem fugaz por vários campos das artes entre a dança, a performance e a literatura. Um jogo, como a vida, fragmentado e uma leitura orquestrada a várias línguas, dançada a corpo, a carne e a sopro. Este projecto nasce da vontade de duas artistas portuguesas que a viver em Londres decidiram trabalhar juntas, uma performance artist e uma bailarina.

SEX.14 / 22h00

Joana Gama e Luis Fernandes

Um novo concerto em estreia absoluta no Exquisito. Depois de um período de trabalhos colaborativos em 2016 com Ricardo Jacinto e em 2017 com José Alberto Gomes e com a Orquestra de Guimarães, Joana Gama e Luís regressam ao trabalho em duo.

SEX.14 / 23h00

Die Von Brau

No Exquisito, Die Von Brau apresenta excertos do seu próximo álbum, que sai para a rua no final de 2018. Este é e será o seu trabalho mais ambicioso, o culminar de 3 anos de produção onde são visíveis os diferentes momentos que o músico passou. A sua vontade é mesmo a de transcender o próprio estilo a que foi associado e evoluir para algo mais tangível.

Todos os dias em permanência

Incertezas Absolutas nas artes visuais

Incertezas absolutas são um conjunto de artistas que ocupam vários espaços do Exquisito. Este grupo heterogéneo apresenta-se desde a pintura, à escultura, vídeo ou instalação para questionar a importância da incerteza na criação e na arte.

Artistas a anunciar

Todos os dias em permanência

Exposição Instantânea

10 instagramers revelação convidados mostram como se sentem Depois das Certezas Absolutas com novos trabalhos originais todos os dias.

Artistas a anunciar

Todos os dias em permanência

Desarvorar

Francisco Pinheiro e Paulo Morais

Esta colaboração entre Francisco Pinheiro e Paulo Morais, nasce de uma investigação sonora em torno do canto e chamamento das aves que teve o seu culminar no ciclo Dreams, Dust and Birds (2018). Desenvolvido pelo West Coast, este ciclo tem gerado colaborações, exposições, performances e debates em torno das aves e do risco de desaparecimento de algumas espécies.

todos os dias / a várias horas

6 personagens à procura de um filme

Cristóvão Campos e Rita Rocha Silva

Uma interpretação, por Rita Rocha Silva, do álbum 6 músicas à procura de filme de Cristóvão Campos, numa performance constituída por seis momentos de reflexão sobre o real e o ficcionado, a noção de identidade e de artificial.

sabado.15

SAB.15 / 19h15

Conversas Exquisitas

Depois das certezas absolutas nas artes performativas

O público ainda é o principal destinatário dos momentos performativos? Será que ainda faz sentido perguntar o que é uma performance? Seguindo o rasto do tema Depois das Certezas Absolutas queremos perguntar a artistas/performers de várias origens quais são as fronteiras da sua criação. Falaremos de tudo e de nada com a certeza de que não existem certezas no palco, nem o palco em si. Pra onde vamos é a pergunta rainha, quem somos será o rei das respostas.

Com Sérgio Coragem, Luísa Amorim, Rui Paixão e Isabel Costa. Moderação de Pedro Saavedra e Rosana Ribeiro.

Todos os dias, em permanência

Performance SAB.15 / 19h30

2018 SET_03

Tomaz Hipólito

Tomaz Hipólito apresenta uma instalação site-specific numa antiga cozinha, recriando neste espaço um novo ambiente: um possível laboratório onde o elemento central de estudo é a água. O gesto de devolver ao espaço uma das suas principais funções, a da transformação, permite reinventar a experiência em torno da água, elemento básico e fundamental à vida. 2018 set_03 ocupa toda a dimensão do espaço com diferentes camadas sensoriais e níveis de experiência: a do artista, a do elemento em estudo, do espaço e, em última análise, a da consciencialização.

SAB.15 / 20h00

Leituras encenadas no sub palco

Lisboawood

As Crianças Loucas

Na velha gelataria, os habitantes de Lisboawood fazem todos os possíveis para manter a cidade do futuro a funcionar. Persistem em encontrar um lugar para se estabelecerem e dedicarem aos seus ofícios e lidam com as dificuldades que encontram em manter uma relação, uma casa, um trabalho, na cidade onde tudo tem um valor e tudo tem uma finalidade. Este é o segundo espectáculo d’As Crianças Loucas.

SAB.15 / 20h30

Da janela enquanto danço

Luísa Amorim e Rosana Ribeiro

Da janela enquanto dançoé uma versão da Tabacaria de Fernando Pessoa. Uma viagem fugaz por vários campos das artes entre a dança, a performance e a literatura. Um jogo, como a vida, fragmentado e uma leitura orquestrada a várias línguas, dançada a corpo, a carne e a sopro. Este projecto nasce da vontade de duas artistas portuguesas que a viver em Londres decidiram trabalhar juntas, uma performance artist e uma bailarina.

SAB.15 / 23h00

Sturqen + MMMOOONNNOOO

Com uma atitude energética puramente experimental, STURQEN + MMMOOONNNOOO propõem construir um momento sonoro improvisado onde os universos do noise, do power electronics e do sound design vão coexistir e dar a experienciar ao público os processos aleatórios da composição electrónica.

Todos os dias em permanência

Incertezas Absolutas nas artes visuais

Incertezas absolutas são um conjunto de artistas que ocupam vários espaços do Exquisito. Este grupo heterogéneo apresenta-se desde a pintura, à escultura, vídeo ou instalação para questionar a importância da incerteza na criação e na arte.

Artistas a anunciar

Todos os dias em permanência

Exposição Instantânea

10 instagramers revelação convidados mostram como se sentem Depois das Certezas Absolutas com novos trabalhos originais todos os dias.

Artistas a anunciar

Todos os dias em permanência

Desarvorar

Francisco Pinheiro e Paulo Morais

Esta colaboração entre Francisco Pinheiro e Paulo Morais, nasce de uma investigação sonora em torno do canto e chamamento das aves que teve o seu culminar no ciclo Dreams, Dust and Birds (2018). Desenvolvido pelo West Coast, este ciclo tem gerado colaborações, exposições, performances e debates em torno das aves e do risco de desaparecimento de algumas espécies.

todos os dias / a várias horas

6 personagens à procura de um filme

Cristóvão Campos e Rita Rocha Silva

Uma interpretação, por Rita Rocha Silva, do álbum 6 músicas à procura de filme de Cristóvão Campos, numa performance constituída por seis momentos de reflexão sobre o real e o ficcionado, a noção de identidade e de artificial.

  • Joana Gama e Luís Fernandes

    Desde o álbum de estreia QUEST (2014) que Joana Gama e Luís Fernandes mantêm uma colaboração regular que cruza o piano e a electrónica. Nos últimos anos o duo fez bandas sonoras e, com Ricardo Jacinto, editaram HARMONIES (Shhpuma, 2016). Em Abril lançaram at the still point of the turning world pela editora australiana Room40.Fot

  • Tomaz Hipólito

    Nasceu em Lisboa em 1969, onde vive. Estudou arquitectura. O seu trabalho aborda as questões do espaço, a sua ocupação e transformação. Mapeia o gesto de forma a criar um novo território, designado de intervalo, que se situa entre a subjectividade e a experiência. Usa vários meios como a fotografia, vídeo, performance, pintura e desenho para melhor revelar o conceito de cada trabalho. Todo o processo se torna parte do trabalho. Como os gestos, todos os trabalhos são obras únicas.

  • STURQEN

    STURQEN é um projecto de música electrónica exploratória composto por César Rodrigues e David Arantes. As composições, difíceis de classificar têm as máquinas analógicas como ponto de partida. Quando experienciado ao vivo, STURQEN é um confronto incerto entre a improvisação e a anarquia sonora.

  • MMMOOONNNOOO

    MMMOOONNNOOO é um dos nomes emergentes de uma Lisboa rica nos mais diversos extremos e fronteiras da criação "sem género”. Autor de uma eletrónica que deixa transparecer a sua educação "metaleira" – ambiental, hipnótica, mas sempre sustentada por uma base rítmica crua e assertiva – validada e aprimorada pela residência na Red Bull Music Academy de Tóquio em 2014 e ampliada na sua dimensão colaborativa em vários encontros ao vivo e em estúdio com nomes como Polido, OWWK, CRUA, Bangkok Snobiety ou Joaquim Albergaria.

  • Clothilde

    Sofia Mestre nasceu em Lisboa e desde criança que desenvolveu um interesse diversificado por melodias, harmonias e ritmos. Na sua vida, pessoal e profissional, o universo dos sons, da música, das cores e das imagens tem marcado presença de forma constante. É na obsessão pelos padrões e texturas que o paralelismo som vs imagem ganha maior expressão. Quando integrou o coletivo Fungo passou a desenvolver, ainda mais, esta dicotomia.

  • Die Von Brau

    Die Von Brau é o projecto de Sérgio Faria focado em música electrónica. Viveu em Londres entre 2012 a 2015 onde concebeu Inércia, o seu primeiro LP. Editou dois álbuns de música ambiente, "Dedication for Project 1 e 2", o primeiro aclamado como um dos melhores álbuns de 2015 pela crítica. Desde aí tem tocado ocasionalmente em festivais ligados a som alternativo e experimental, como o Semi-Breve e Jardins Efêmeros. Em 2017 fez uma residência na prestigiada Elektronmusikstudion EMS em Estocolmo, partilhando estúdio com Posh Isolation, Gabór Lázár, Pan Daijing, entre outros.

  • Luísa Amorim

    Luísa Amorim é licenciada em teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema em Lisboa. Desenvolveu uma prática artística, em conjunto com outras actrizes, com o nome encenação em tempo real, um jogo entre encenador, actores e público em que parte do espectáculo é criado em palco por todos eles. Em Londres, onde vive, aproxima-se da Performance e da Live Art e cria os seus espectáculos explorando as noções de real e tempo real.

  • Rosana Ribeiro

    Rosana Ribeiro é natural de Lisboa. Começou os seus estudos artísticos no Chapitô e licenciou-se em Dança Contemporânea na Northern School of Contemporary Dance, UK. Foi intérprete para vários autores e fez parte de produções na Royal Opera House e English National Opera. Criou e interpretou o solo Fuel e coreografou a peça Plastisphere. Integrou o elenco de A Festa da Insignificância, La nuit tous les chats sons gris e co-criou a peça Peso Abstracto do Tempo e Vozes que Movem.

  • Auéééu

    A companhia auéééu-Teatro, fundada em 2014, ambiciona estruturar um programa coletivo de criação teatral com vista a desenvolver uma dramaturgia de autoria própria baseada no cruzamento de saberes e linguagens. Procura também desenhar territórios de encontro através do que se pode chamar «corpo sensível», um corpo que sente e pensa enquanto escreve.

  • Catarina Rôlo Salgueiro

    Nasceu em Lisboa em 1991. É diplomada em teatro pela ESTC. Co-criou o colectivo artístico Os Possessos. Como actriz, trabalhou com encenadores como Maria João Luís, Maria Duarte e Ricardo Neves Neves. Em televisão, fez parte do elenco da peça televisiva A Preceptora, de Ricardo Neves-Neves. Participou na série televisiva Três Mulheres e fez parte do elenco da longa metragem Verão Danado, de Pedro Cabeleira.

  • Isabel Costa

    Nasceu em 1992. É diplomada em teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema e em Crossways in Cultural Narratives. É membro do grupo de teatro Os Possessos desde 2014. Trabalha como atriz e como produtora de exposições. Apresentou em 2017 “Estufa Fria - A Caminho de uma Nova Esfera de Relações” na Bienal de Jovens Criadores, e assina a curadoria do Projeto Manifesta do coletivo Os Possessos. Actualmente é coordenadora da Galeria Primner em Lisboa.

  • Leonor Buescu

    Licenciada em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Estagiou no departamento de produção da companhia Artistas Unidos, trabalhou como assistente de encenação de João Perry e Diogo Infante no espectáculo Quem Tem Medo de Virigina Woolf e fez a produção do espectáculo Sonho de Uma Noite de Verão, encenado por Luís Moreira, no Teatro do Bairro. Com Os Possessos escreveu O Novo Mundo, apresentado na Culturgest.

  • Mia Tomé

    Nasceu em 1994. É licenciada em teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa, foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian em Nova Iorque e é mestre em Educação Artística pelas Belas Artes de Lisboa. Trabalhou com encenadores como Jorge Silva Melo, Lígia Soares ou João Pedro Mamede e participou como actriz em filmes como Ramiro, de Manuel Mozos, Como Fernando Pessoa Salvou Portugal, de Eugenne Green ou Montanha de João Salaviza.

  • Nídia Roque

    Licenciada pela Escola Superior de Teatro e Cinema, iniciou a sua formação na Escola Profissional de Cascais em 2008. É membro do coletivo Teatro da Cidade. No teatro trabalhou com encenadores como Jorge Silva Melo ou Luís Miguel Cintra. No cinema, recentemente, participou em Ramiro de Manuel Mozos.

  • As Crianças Loucas

    As Crianças Loucas são uma companhia de Teatro fundada por João Cachola e Vicente Wallenstein. Estrearam o seu primeiro espectáculo “E toda as crianças são loucas” na Escola de Mulheres (Clube Estefânia) em Dezembro de 2017.

  • Carolina Pimenta

    Nasceu em 1988 no Porto. Formou-se na Leeds Collage of Art & Design em Comunicação Visual. Em Nova York, trabalhou em áreas como produção, vídeo, fotografia e colagem. O seu trabalho em fotografia é uma combinação de um diário social que pode ser seguido no seu blog lludus e experimentação com instalação, performance, livros, colagens digitais e físicas. O seu trabalho tem duas vertentes distintas, a auto-reflexão e identidade e a investigação de novos territórios, interacção social e representação do corpo humano. Questiona e examina as relações entre a juventude, a vida moderna, humana e natureza. Vive em Lisboa onde trabalha em vários projectos.

  • Diana Combo (Eosin)

    Diana Combo explora o som e a música em vários contextos criativos e multidisciplinares. Movimenta-se dentro e fora do âmbito académico (é licenciada em Som e Imagem e aluna de mestrado em Artes Musicais) em Portugal e além fronteiras. As suas várias experiências sonoras e performativas têm cruzado o conhecimento mais intuitivo e DIY com a teoria e a aprendizagem específica de cada forma de expressão. O resultado é a consolidação de uma abordagem experimental ao som que se tem manifestado em práticas de turntablism e apropriação sonora, edição e design de som, composição e interpretação, instalação e vídeo, entre outras.

  • Francisco Pinheiro

    Francisco Pinheiro (Lisboa, 1981) é artista plástico. A partir da escultura, desenho e texto, tem investigando em torno de narrativas colectivas, paisagem e seu significado.

  • Mestre André (O Morto)

    Artista sonoro, mestrado em Artes Musicais pela Universidade Nova de Lisboa com investigação no seio da World Soundscape Project (SFU, CA). Apicultor envolvido no pensamento ecológico da estética em contextos naturais, tem explorado estéticas de rotura, com trabalho teórico sobre ‘estéticas sociopolíticas do ruído e da arte’. Publicou recentemente o artigo “Towards a Rewilding of the Ear”, pela Organised Sound journal. Desenvolve também trabalho como eld-recordist, performer, compositor e sonoplasta para lme, dança, performance e teatro. Na música, tem composto trabalho sonoro electroacústico para sistemas multi-canal como O Morto, tocado electrónica improvisada como Alacrau e produzindo beats como Notwan. Pertence às bandas Alforjs, Jibóia, Banha da Cobra e Baphomet.

  • Paulo Morais

    Paulo Morais (Paris,1977) teve um percurso inicial ligado à percussão e construção de instrumentos, nos últimos anos tem desenvolvido instalações sonoras que partem de uma relação com o lugar.

  • Clara Imbert

    Clara Imbert (1994) é uma artista francesa, formada em Belas Artes na Central Saint Martins, Londres, actualmente a viver em Lisboa. O seu trabalho baseia-se nas noções de espaço e perspectiva, sobretudo utilizando imagens fotográficas e transformando-as através de uma ampla gama de meios, como a escultura, instalações e imagens em movimento. Ao trabalhar essencialmente com instalações específicas, o trabalho de Imbert joga com os nossos sentidos para revelar o que nos escapa da consciência.

  • Rita Rocha Silva

    Nasceu em 1994 em Oliveira de Azeméis, Aveiro. Concluiu o Curso Profissional de Artes do Espectáculo – Interpretação, pelo Conservatório de Música da Jobra, em Aveiro e formou-se como actriz pela Escola Superior de Teatro e Cinema, Lisboa. Fez parte do Projecto Europeu Under 25 Routes com a companhia João Garcia Miguel. Participou no Gatilho da Felicidade, de Ana Borralho & João Galante, no Duelo, de Miguel Moreira/Útero, em Sim, tenho em mim reunida toda a maldade do mundo, de Tiago Vieira, Casimiro e Carolina, de Tonan Quito e I'm so Excited! de Mário Coelho. Em cinema, trabalhou com Pedro Cabeleira no Verão Danado, David Rebordão na curta-metragem Your Turn e com o Comicalate na série Frágil. Desde muito cedo que complementa a sua formação com dança e, de momento, continua o seu percurso no Jazzy Dance Studios.

  • Cristóvão Campos

    Começou, de forma acidental, pelo cinema com a curta-metragem 1975 de Manuel João Águas, em 1999. Seguiram-se várias participações em séries e novelas de televisão, no cinema e teatro. Em televisão, integrou o elenco de projectos como Uma Aventura, O Bairro da Fonte, Olhar da Serpente, Pai à Força, Conexão, telefilme de Leonel Vieira, a série Filhos do Rock e a novela Coração D´Ouro. No cinema integrou A Passagem da Noite, Lá Fora e Sorrisos do Destino e curtas metragens como O Nylon da Minha Aldeia, Renaissance, Pátio das Cantigas e, mais recentemente e com estreia marcada para este ano, Pedro e Inês. No teatro participou em Harper Regan, no Teatro Nacional D. Maria II, Hanna e Martin e Senhor Puntila e seu Criado Matti e, ainda, Mechanical Monsters. É também músico e tem vindo a criar bandas sonoras para dança e teatro com Rui Neto, Marcantonio del Carlo, Joana Antunes e recentemente com o Gerador, nos prémios Insties Gerador.

  • BLEID

    Projecto de música electrónica, live act e DJ iniciado em 2015. Habituada a diversos contextos, BLEID toca ocasionalmente nas infames noites lisboetas da Príncipe Discos, é residente da festa techno queer Mina e realiza mensalmente o seu programa Dismantle na Rádio Quântica.

  • VENDAS DE BILHETES E INFORMAÇÕES

    Vão existir duas zonas onde podes comprar passes, bilhetes diários ou simplesmente obter informações exquisitas. O balcão principal está situado na zona exterior do Auditório da Biblioteca Orlando Ribeiro, enquanto que o segundo balcão está à entrada do Lagar da Quinta de São Vicente. Ambos estão identificados com um letreiro a dizer BALCÃO EXQUISITO e estão abertos entre as 17h e as 23h30, diariamente. Também podes comprar passes e bilhetes diários através daqui. Um passe para os 3 dias custa 15 eur e um bilhete diário custa 8 eur.

  • DESCONTO SÓCIO GERADOR

    Os Sócios Gerador têm acesso a vantagens no preço dos bilhetes do Exquisito. Para Sócios Gerador, o passe custa 10 eur e o bilhete diário 6 eur. Para usufruíres do desconto basta apresentares o Cartão de Sócio Gerador na bilheteira do Exquisito ou, comprando online em gerador.eu, indicares durante a compra o código promocional exclusivo para Sócios Gerador.

  • HORÁRIO

    O Exquisito abre as suas portas a partir das 19h e fecha pela meia-noite. Mas todos os dias estará na rua a partir das 18h30 com iniciativas públicas e gratuitas. Dias 13, 14 e 15 de setembro de 2018.

  • RECINTO

    A zona central de Telheiras vai ser a casa do Exquisito durante 3 dias. Tudo vai acontecer entre a saída da Estação de Metro de Telheiras até à Rua Hermano Neves. Os espaços públicos serão intervencionados, com exposições fixas e com performances, e os espaços reservados para as iniciativas exquisitas estarão disseminados por aqui. Destaque para a Biblioteca Orlando Ribeiro, o Auditório que lhe é vizinho e o Lagar da Quinta de São Vicente como os anfitriões principais do Exquisito. Em breve vamos divulgar um mapa com todos os espaços identificados.

  • COMIDA, BEBIDA E ZONA DE ESTAR

    No lindissimo pátio da Biblioteca Orlando Ribeiro vamos ter uma zona de estar exquisita criada pelo Depois, um grupo de pessoas de diversas áreas que apelam à consciencialização ambiental e à gestão do desperdício, criando um fim digno e útil para materiais que já serviram o seu objectivo primário. No Auditório da Biblioteca Orlando Ribeiro teremos o bar principal, com petiscos e bebidas de inspiração portuguesa que prometem deixar qualquer estômago tranquilo. No Lagar da Quinta de São Vicente teremos um bar de apoio à zona performática.

  • TRANSPORTES

    Não há esquisitices no que diz respeito aos transportes. Há de tudo. É muito simples vires de bicicleta, com ciclovias que vêm do lado de Carnide e do lado do Campo Grande.

    As Estações Gira 484 e 486 estão mesmo em cima da zona do recinto do Exquisito.

    Metro é, também uma excelente opção. É só seguir a linha verde e procurar pela Estação de Telheiras, que está aberta até à 1 da manhã. Atenção que a frequência de comboios no Metro é entre 6 e 12 minutos, dependendo dos horários.

    Se o autocarro for a tua cena, só tens de sair na paragem de Telheiras através de três carreiras disponíveis: - 747 (último autocarro por volta das 00h30)- 767 (último autocarro por volta das 00h45)- 778 (último autocarro por volta das 21h20 e não funciona ao sábado).

    Apesar de ser a opção que menos aconselhamos, havendo fartura de outras, também podes vir de carro e estacionar gratuitamente, já que a EMEL não mora aqui.

Aqui podes comprar os bilhetes para o Exquisito e tens três opções: o passe geral, para os três dias ou os bilhetes diários para cada um dos dias. E não te esqueças que, se fores Sócio Gerador, tens acesso a preços especiais.